Desejo que rouba sorrisos e olhos esbugalhados. Desejo surpreendente mas já previsto. Imprevisibilidade tão previsivel, és tão certa como o cair a maçã de Newton. Porque não surges envolta em confetis e serpentinas, como se fosses surpresa? Deixa-me entregue à inocência e ingenuidade. Estou farta da claridade do meu próprio ser. Quero me tornar num mistério ilógico, irracional, estúpido e absolutamente inalcançável aos olhos da minha alma. Ou então continuo assim, noite a noite, sob a magia da lua, entregue à minha própria inconsciência. Ervinhas que atenuam a dor do meu pŕoprio pensar, papel que me deixa sonhar e voar, cálices que saciam a sede de alegria e euforia. Injecções de anestesia constantes e conscientes, ironicamente, para me entregar à inconsciência.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
cabecinha cabecinha, para que serves tu?
Paixão ao momento, tão intensa e ardente... assim loucura inconsciente submissao ao sentimento que nos leva ao mais puro êxtase: o desejo.
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