chamem-lhe instinto, dedinho que adivinha ou um sexto sentido apurado simplesmente sabe-se. então porque cometemos continuamente o mesmo erro? retiro prazer da dor anunciada
Procuro a inocência, inconsciência saudável e curiosa, enquanto escuto as gargalhadas lá ao longe, meros ecos nos ouvidos de anos que já lá vão, e não voltam. Absorvo a simplicidade e genuidade, a veracidade de um sim e de um não. O porquê do sim. Motivações, interesses. Manipular. Sentir-me viva e gritar! Libertar-me da consciência avassaladora e impiedosa, abrir as asas e voar. Voar entre planos astrais e espirutuais ou quiçá mentais via telepatia, supensa como os finos grãos de polén nas mãos do vento. Sorrir, respirar longa e profundamente, fechar os olhos. E ver tudo preto.
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