terça-feira, 22 de setembro de 2009

nothing seems like home

expressões enigmáticas, olhos inquisidores

língua trémula que não descola do tecto da boca.

Meios sorrisos, risos forçados.

Caras e cara, só mais uma que se confunde na multidão.

O metro respira stress, uma paragem, duas paragens. É aqui.

Não se sente, não se vê, não se conhece.

Coração adormecido, é uma cidade como as outras

só que agora é minha.


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

02-09-09

Bolhas gaseificadas borbulham na minha garganta

(champanhe de celebração mascarado!)

arranham por dentro, arde-me a respiração

como se o ar fosse fogo

e eu, uma musa em chamas.

Gritar desespero, chorar lágrimas doces

ouvir o eco que ecoa nas palavras ditas e esquecidas

Beco sem saída, ajoelha-te perante as memorias,

não há refúgio nem no imaginário, a dor é o amor!

Pudesse voar e ser decapitada por um crime passional.