quarta-feira, 2 de setembro de 2009

02-09-09

Bolhas gaseificadas borbulham na minha garganta

(champanhe de celebração mascarado!)

arranham por dentro, arde-me a respiração

como se o ar fosse fogo

e eu, uma musa em chamas.

Gritar desespero, chorar lágrimas doces

ouvir o eco que ecoa nas palavras ditas e esquecidas

Beco sem saída, ajoelha-te perante as memorias,

não há refúgio nem no imaginário, a dor é o amor!

Pudesse voar e ser decapitada por um crime passional.